Rede de corrupção tem estrutura similar ao terrorismo | NDC 07
Grupo de físicos usou dados de escândalos de grande repercussão entre 1987 e 2014 para analisar a corrupção no Brasil. Núcleo de Divulgação Científica da USP
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Usando dados sobre escândalos de corrupção amplamente documentados pela imprensa brasileira entre 1987 e 2014, um grupo de físicos analisou uma rede formada 404 nomes de políticos investigados em 65 casos de grande repercussão. Segundo Luiz Alves, pesquisador do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP e um dos autores da pesquisa, a análise indica que a corrupção no Brasil se organiza de forma dinâmica, hierárquica e modular, guardando semelhanças com redes de terrorismo e narcotráfico. Reportagem: Silvana Salles Imagens: Rafael Simões Ilustração: Haroldo V. Ribeiro, Luiz G. A. Alves, Alvaro F. Martins, Ervin K. Lenzi e Matjaž Perc Edição: Silvana Salles, Lucas Sátolo e Rafael Simões ▶ Canal USP: o melhor da USP, em um só endereço na internet.
Usando dados sobre escândalos de corrupção amplamente documentados pela imprensa brasileira entre 1987 e 2014, um grupo de físicos analisou uma rede formada 404 nomes de políticos investigados em 65 casos de grande repercussão. Segundo Luiz Alves, pesquisador do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP e um dos autores da pesquisa, a análise indica que a corrupção no Brasil se organiza de forma dinâmica, hierárquica e modular, guardando semelhanças com redes de terrorismo e narcotráfico. Reportagem: Silvana Salles Imagens: Rafael Simões Ilustração: Haroldo V. Ribeiro, Luiz G. A. Alves, Alvaro F. Martins, Ervin K. Lenzi e Matjaž Perc Edição: Silvana Salles, Lucas Sátolo e Rafael Simões ▶ Canal USP: o melhor da USP, em um só endereço na internet.
Usando dados sobre escândalos de corrupção amplamente documentados pela imprensa brasileira entre 1987 e 2014, um grupo de físicos analisou uma rede formada 404 nomes de políticos investigados em 65 casos de grande repercussão. Segundo Luiz Alves, pesquisador do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP e um dos autores da pesquisa, a análise indica que a corrupção no Brasil se organiza de forma dinâmica, hierárquica e modular, guardando semelhanças com redes de terrorismo e narcotráfico. Reportagem: Silvana Salles Imagens: Rafael Simões Ilustração: Haroldo V. Ribeiro, Luiz G. A. Alves, Alvaro F. Martins, Ervin K. Lenzi e Matjaž Perc Edição: Silvana Salles, Lucas Sátolo e Rafael Simões ▶ Canal USP: o melhor da USP, em um só endereço na internet.
