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De onde você vem? Se você é brasileiro, dificilmente essa resposta será simples. Então como fica o mapa genético da nossa população? Feito por cientistas do Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano e Células-Tronco, da USP, ele mostra características peculiares que despertaram interesse internacional. O projeto começou com uma parceria com a Faculdade de Saúde Pública da USP, onde as professoras Maria Lúcia Lebrão e Yeda Duarte montaram uma coorte com idosos com mais de 60 anos. Parte desses idosos aceitou doar sangue e ter seu genoma sequenciado. Agora, com o resultado dos exomas (a parte do genoma que traz a informação para se produzir proteínas) de 609 idosos, foi criado um banco de dados para pesquisas e para melhorar o diagnóstico de doenças genéticas entre brasileiros. Reportagem: Ana Paula Chinelli e Lucca Chiavoni Alves | Edição: Ana Paula Chinelli e Vitor Brandão | Realização: Ciência USP
De onde você vem? Se você é brasileiro, dificilmente essa resposta será simples. Então como fica o mapa genético da nossa população? Feito por cientistas do Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano e Células-Tronco, da USP, ele mostra características peculiares que despertaram interesse internacional. Uma das informações surpreendentes diz respeito a câncer. Dos 609 idosos analisados pela pesquisa, sete têm um gene que aumenta a propensão a câncer. Mas cinco nunca tiveram nenhum tumor diagnosticado. O que isso significa? Outra análise foi sobre a fibrose cística, doença genética que afeta principalmente o pulmão e o sistema digestivo, dificultando a respiração e a digestão. Descobriu-se que a principal mutação associada à fibrose no mundo não é a mais prevalente no Brasil. Esse achado pode levar a uma reformulação no método de diagnóstico da doença, já que atualmente são levados em conta parâmetros europeus. Para fazer a pesquisa, foram usados exomas (a parte do genoma que traz a infor
De onde você vem? Se você é brasileiro, dificilmente essa resposta será simples. Então como fica o mapa genético da nossa população? Feito por cientistas do Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano e Células-Tronco, da USP, ele mostra características peculiares que despertaram interesse internacional. Ao analisar as mutações genéticas - ou variantes, como dizem alguns pesquisadores - foram descobertas 200 mil variantes que nunca foram vistas em nenhuma outra população. Para fazer o mapa genético, chamado de Análise de Componentes Principais, foi usado o sequenciamento de exomas (a parte do genoma que traz a informação para se produzir proteínas) de 609 idosos representativos da população de São Paulo. Reportagem: Ana Paula Chinelli e Lucca Chiavoni Alves | Edição: Ana Paula Chinelli e Vitor Brandão | Realização: Ciência USP
De onde você vem? Se você é brasileiro, dificilmente essa resposta será simples. Então como fica o mapa genético da nossa população? Feito por cientistas do Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano e Células-Tronco, da USP, ele mostra características peculiares que despertaram interesse internacional. Neste vídeo, descubra também se a identificação como pardos, negros e brancos faz sentido do ponto de vista biológico. Para fazer o mapa genético, chamado de Análise de Componentes Principais, foi usado o sequenciamento de exomas (a parte do genoma que traz a informação para se produzir proteínas) de 609 idosos representativos da população de São Paulo. Reportagem: Ana Paula Chinelli e Lucca Chiavoni Alves | Edição: Ana Paula Chinelli e Vitor Brandão | Realização: Ciência USP
